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sábado, 9 de fevereiro de 2013

SE EU PUDESSE

Acabava com as armas,
Tirava de muitos a navalha, evitaria desgraças.
Sentenciava à guerra, a violência,
Toda e qualquer dependência.
Destruía o mal, deixava o bem.
E, com isso, protegia alguém.
Tornava o mundo melhor, acabando com o pior.
Odiava menos, amava mais.
Doava moradia, do sem teto acabava a agonia.
Para o desempregado, arranjava trabalho.
Acabava com a fome no mundo gerando abundância, Esperança, enchia de muitos a pança.
Acabava com o vício, a dependência, suas consequências, Não negava presença.
Evitava à poluição, a contaminação, a destruição,
Protegia a fauna, a flora, não deixava nada ir embora.
Para a criança dava educação,
Ajudava desta forma o país, a nação.
Protegia a criança, o adolescente, o idoso, todos os demais...
E, com isso, faria sem dúvida muito mais.
Criava o antídoto que o livra-se da doença, do perigo,
Que o deixa-se protegido.
Acabava com a ignorância, a brutalidade,
Extinguiria a maldade.
Acabava com o medo, o desespero,
Fazia tudo bem feito quase perfeito.
Acabava com o egoísmo, a ambição desenfreada,
Não deixava ninguém quebrar a cara.
Seria cada vez mais verdadeiro, não mentiroso.
Evitando assim a decepção, o desgosto.
Acabava com a desigualdade social, com o mal.
Ampliava a paz, faria algo mais!
Esquecia a mágoa, produzia o perdão.
Se eu pudesse, nunca feria um cristão, um irmão.
Mudaria o mundo,
Para vê-lo sempre em confraternização!

Donizete Alves

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