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quarta-feira, 27 de abril de 2011

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

Sinônimos e Nomes Populares:
AVC, Derrame cerebral.
O que é?
 O acidente vascular cerebral é uma doença caracterizada pelo início agudo de um deficit neurológico (diminuição da função) que persiste por pelo menos 24 horas, refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o deficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.

O termo ataque isquêmico transitório (AIT) refere-se ao deficit neurológico transitório com duração de menos de 24 horas até total retorno à normalidade; quando o deficit dura além de 24 horas, com retorno ao normal é dito como um deficit neurológico isquêmico reversível (DNIR). 

Podemos dividir o acidente vascular cerebral em duas categorias:
 
O acidente vascular isquêmico consiste na oclusão de um vaso sangüíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou deficits característicos. Em torno de 80% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos.
No acidente vascular hemorrágico existe hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais. Em torno de 20% dos acidentes vasculares cerebrais são hemorrágicos.
Como se desenvolve ou se adquire? 

Vários fatores de risco são descritos e estão comprovados na origem do acidente vascular cerebral, entre eles estão: a hipertensão arterial, doença cardíaca, fibrilação atrial, diabete, tabagismo, hiperlipidemia. Outros fatores que podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo. 

O que se sente? 

Geralmente vai depender do tipo de acidente vascular cerebral que o paciente está sofrendo se isquêmico ou hemorrágico. Os sintomas podem depender da sua localização e da idade do paciente. Os principais sintomas do acidente vascular cerebral incluem:
Fraqueza:
O início súbito de uma fraqueza em um dos membros (braço, perna) ou face é o sintoma mais comum dos acidentes vasculares cerebrais. Pode significar a isquemia de todo um hemisfério cerebral ou apenas de uma área pequena e específica. Podem ocorrer de diferentes formas apresentando-se por fraqueza maior na face e no braço que na perna; ou fraqueza maior na perna que no braço ou na face; ou ainda a fraqueza pode se acompanhar de outros sintomas. Estas diferenças dependem da localização da isquemia, da extensão e da circulação cerebral acometida.
Distúrbios Visuais:
A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes e geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de "sombra'' ou "cortina" ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
Perda sensitiva:
A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força (fraqueza), confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
Linguagem e fala (afasia):
É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala; assim alguns pacientes apresentam fala curta e com esforço, acarretando muita frustração (consciência do esforço e dificuldade para falar); alguns pacientes apresentam uma outra alteração de linguagem, falando frases longas, fluentes, fazendo pouco sentido, com grande dificuldade para compreensão da linguagem. Familiares e amigos podem descrever ao médico este sintoma como um ataque de confusão ou estresse.
Convulsões:
Nos casos da hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução. Pode acontecer uma hemiparesia (diminuição de força do lado oposto ao sangramento) , além de desvio do olhar. O hematoma pode crescer, causar edema (inchaço), atingindo outras estruturas adjacentes, levando a pessoa ao coma. Os sintomas podem desenvolver-se rapidamente em questão de minutos.
Como o médico faz o diagnóstico? 

A história e o exame físico dão subsídios para uma possibilidade de doença vascular cerebral como causa da sintomatologia do paciente.Entretanto, o início agudo de sintomas neurológicos focais deve sugerir uma doença vascular em qualquer idade, mesmo sem fatores de risco associados. A avaliação laboratorial inclui análises sanguíneas e estudos de imagem (tomografia computadorizada de encéfalo ou ressonância magnética). Outros estudos: ultrassom de carótidas e vertebrais, ecocardiografia e angiografia podem ser feitos. 

Como se trata e como se previne? 

Geralmente existem três estágios de tratamento do acidente vascular cerebral: tratamento preventivo, tratamento do acidente vascular cerebral agudo e o tratamento de reabilitação pós-acidente vascular cerebral. 

O tratamento preventivo inclui a identificação e controle dos fatores de risco. A avaliação e o acompanhamento neurológicos regulares são componentes do tratamento preventivo bem como o controle da hipertensão, da diabete, a suspensão do tabagismo e o uso de determinadas drogas (anticoagulantes) que contribuem para a diminuição da incidência de acidentes vasculares cerebrais. 

Inicialmente deve-se diferenciar entre acidente vascular isquêmico ou hemorrágico. 

O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico consiste no uso de terapias antitrombóticas (contra a coagulação do sangue) que tentam cessar o acidente vascular cerebral quando ele está ocorrendo, por meio da rápida dissolução do coágulo que está causando a isquemia. A chance de recuperação aumenta quanto mais rápida for a ação terapêutica nestes casos. Em alguns casos selecionados, pode ser usada a endarterectomia (cirurgia para retirada do coágulo de dentro da artéria) de carótida. O acidente vascular cerebral em evolução constitui uma emergência médica, devendo ser tratado rapidamente em ambiente hospitalar. 

A reabilitação pós-acidente vascular cerebral ajuda o indivíduo a superar as dificuldades resultantes dos danos causados pela lesão. 

O uso de terapia antitrombótica é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias, tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) onde a instituição de fisioterapia previne e tem papel importante na recuperação funcional do paciente. 

As medidas iniciais para o acidente vascular hemorrágico são semelhantes, devendo-se obter leito em uma unidade de terapia intensiva (UTI) para o rigoroso controle da pressão. Em alguns casos, a cirurgia é mandatória com o objetivo de se tentar a retirada do coágulo e fazer o controle da pressão intracraniana. 

Qual é o prognóstico? 

Mesmo sendo uma doença do cérebro, o acidente vascular cerebral pode afetar o organismo todo. Uma sequela comum é a paralisia completa de um lado do corpo (hemiplegia) ou a fraqueza de um lado do corpo (hemiparesia). O acidente vascular cerebral pode causar problemas de pensamento, cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória. O acidente vascular cerebral pode produzir problemas emocionais com o paciente apresentando dificuldades de controlar suas emoções ou expressá-las de forma inapropriada. Muitos pacientes apresentam depressão. 

A repetição do acidente vascular cerebral é frequente. Em torno de 25 por cento dos pacientes que se recuperam do seu primeiro acidente vascular cerebral terão outro dentro de 5 anos. 

AVC é a doença que mais mata no Brasil


O país inteiro voltou os olhos para o caso de Clodovil, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral. Mas você sabe o que é um AVC? Como evitar? Quais os sintomas? 

De repente, uma dor muito forte na cabeça e dormência em um dos lados do corpo. Depois do atendimento médico, o diagnóstico: Acidente Vascular Cerebral (AVC), o responsável por 10% das mortes em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 15 milhões de pessoas têm AVC por ano no planeta. Destas, cinco milhões morrem e outras cinco milhões ficam com sequelas físicas e mentais. De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC é a doença que mais mata no Brasil.


Popularmente conhecido por derrame, o Acidente Vascular Cerebral é causado pelo entupimento ou rompimento dos vasos sanguíneos cerebrais. De acordo com o neurologista do Hospital Universitário da UFMA, Achilles Câmara Ribeiro, uma vez estabelecido o quadro da doença, o paciente tem um intervalo de cinco horas – chamado janela terapêutica – para procurar o serviço de atendimento médico especializado e desobstruir o vaso sanguíneo bloqueado. A rápida identificação dos sintomas e a ação da equipe médica são fundamentais para diminuir a possibilidade de morte.


O neurologista explica que as manifestações ocorrem, geralmente, em pessoas acima de 50 anos. É necessário realizar atividades físicas regulares, ter uma alimentação equilibrada e controlar a pressão arterial, a diabetes e o colesterol. “Os sintomas mais frequentes do AVC são a dificuldade para falar, dormência nos membros, alterações na visão e boca torta”, destaca Achilles, professor do Departamento de Medicina I da UFMA.


De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC é responsável por 40% das aposentadorias precoces no país. A reversão da lesão causada no cérebro quase nunca é completa. “Se a população tomar consciência dos fatores de risco, a doença pode ser evitada”, ressalta o neurologista.


Existem dois grandes tipos de AVC: isquêmico (responsável por 80% dos casos da doença) e hemorrágico (20%). Segundo o Neurologista, o isquêmico ocorre quando os vasos cerebrais são entupidos devido à formação de placas que impedem a passagem do sangue ao cérebro, que necessita de um fluxo de 700ml a 900ml de sangue por minuto. O hemorrágico (sangramento) ocorre quando há o rompimento dos vasos sanguíneos do cérebro. “O AVC hemorrágico é o mais grave e tem altos índices de mortalidade”, diz Achilles. (Da Ascom / UFMA)
Como reconhecer um AVC

Os acidentes vasculares cerebrais são emergências médicas, e o tempo é o fator crucial para permitir um atendimento adequado e melhores chances de recuperação, além de menos sequelas posteriores.

Portanto, é importante lembrar que qualquer pessoa que apresente uma alteração que possa significar uma mudança do funcionamento cerebral deve ser levada a um serviço de emergência para avaliação. Quais os sinais que devem ser observados?

Perda súbita da força ou dos movimentos em um dos membros ou face, geralmente atingindo um dos lados do corpo; perda da visão de um dos olhos de forma súbita; dificuldade de equilíbrio do corpo para caminhar ou mesmo se manter de pé; dor de cabeça súbita e muito intensa inesperada.

Uma observação importante: todos esses sinais podem ocorrer de forma fugaz com recuperação espontânea, mas mesmo assim a avaliação especializada é indispensável.

A prevenção, como sempre, é a melhor opção. Para isso, é preciso conhecer os principais fatores de risco para a ocorrência de um AVC. A hipertensão arterial é a principal causa associada aos derrames. Os hipertensos, se não tratados adequadamente, têm de quatro a seis vezes mais chances de sofrer um AVC. Estudos científicos mostram que, apesar do diagnóstico de hipertensão ser feito com frequência, o tratamento não é seguido na maioria dos casos.

Além da hipertensão, outros fatores contribuem para tornar o acidente vascular cerebral uma epidemia real em nossa sociedade. A fibrilação atrial, uma alteração do ritmo do coração, aumenta o risco de derrames. O diabetes e o tabagismo também são vilões para a ocorrência de um AVC. 

As opções de tratamento

O cérebro humano, quando atingido por um acidente vascular, pode ser salvo se receber tratamento adequado e em tempo. Os acidentes isquêmicos são os mais freqüentes, respondendo por mais de 85% dos “derrames” -- aqueles causados quando uma artéria fica obstruída por um coágulo, impedindo o sangue de alimentar as células.

Existe um tratamento para desobstruir as artérias: trata-se da injeção de uma substância capaz de dissolver esses coágulos – os trombolíticos. Ela atua sobre o coágulo e pode restaurar o fluxo natural de sangue. Infelizmente, poucos pacientes recebem esse tratamento.

Mesmo nos Estados Unidos, segundo um trabalho realizado pela Cleveland Clinic de Ohio, somente 2% das vítimas de acidentes vasculares cerebrais recebem o tratamento com trombolíticos. A principal causa para essa pequena utilização está no fato de que o tratamento só é efetivo se for administrado nas primeiras três horas após o início dos sintomas. 

Além dessa razão, existem contra-indicações ao método que devem ser respeitadas pela equipe que está tratando da vítima do derrame. Um paciente tratado a tempo pode ficar sem déficits neurológicos ou ter as conseqüências do problema bastante diminuídas. 

O que deve ser feito

É muito importante prevenir a ocorrência dos AVCs através do controle dos fatores de risco. Além disso, é fundamental que a população reconheça os sintomas dos derrames a tempo e que o tratamento esteja disponível para todos que precisarem.

Antes de saber como prevenir o acidente vascular cerebral (AVC), é preciso saber quais os fatores de risco da doença. Em primeiro lugar, vem o histórico familiar. "Pessoas cujos pais ou avós tiveram AVC precisam ter mais cuidado", afirma o neurologista Rubens Gagliardi, da Santa Casa de São Paulo.

O médico explica que existem doenças de base, chamadas de comorbidades, que também complicam o quadro. São elas a hipertensão, diabetes e colesterol elevado. "Nestes casos, é preciso combater os fatores de risco e fazer exames específicos com acompanhamento médico", acrescenta.
Estresse, obesidade, tabagismo e sedentarismo são outros fatores de risco. Além disso, a chance de um AVC aumenta com a idade.

Veja dicas para se prevenir do AVC:

- Mantenha a pressão arterial sob controle.

- Evite o consumo de sal em excesso.

- Modere a ingestão de bebidas alcoólicas.

- Não fume.

- Controle o peso.

- Tenha uma alimentação saudável: evite gorduras e frituras, coma bastante frutas, verduras e fibras.

- Pratique exercícios físicos regularmente.

- Evite o estresse: faça atividades relaxantes como uma caminhada ao ar livre, conversar com amigos, passear com o cachorro.


Levar uma vida saudável, cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos regularmente pode reduzir em até 60% a chance de um AVC, acidente vascular cerebral, conhecido como derrame. O alerta é da 2ª Campanha Nacional de Prevenção do Acidente Vascular Cerebral.

"O AVC é a principal causa de morte no Brasil", afirma o neurologista Rubens Galgliardi, da Santa Casa de São Paulo. Segundo dados do Ministério da Saúde, a doença foi responsável por 90.930 óbitos em 2004, superando o infarto agudo do miocárdio, que registrou 65.482 óbitos o mesmo período.

Quando o paciente sobrevive ao acidente, muitas vezes fica com dificuldades na fala, na compreensão e até na locomoção. "Após instalado o AVC, 30% dos pacientes morrem, 30% ficam com seqüelas graves, 20% com seqüelas leves e 20% ficam sem seqüelas", explicou Gagliardi.

Durante a sexta-feira, 21 de julho, serão realizadas atividades educativas sobre a doença em 17 cidades brasileiras. O evento é organizado pela Sociedade Brasileira de Doenças Cardiovasculares e pela Associação Brasileira de Neurologia, em parceria com o laboratório farmacêutico Sanofi-Aventis.

Os locais foram escolhidos para a campanha de acordo com o ranking de óbito por AVC, conforme levantamento realizado em 2004 pelo Ministério da Saúde: São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Joinville, Vitória, Salvador, Recife, Brasília, Fortaleza, Belém, Goiânia, Teresina, Aracaju e Porto Alegre.

Em cada cidade, o público poderá buscar informações em postos montados em shoppings e terminais rodoviários. Os médicos e profissionais de saúde distribuirão folhetos informativos, além de esclarecer dúvidas da população.


terça-feira, 26 de abril de 2011

O ARQUITETO QUE CONSTRUIU A TERRA
Por: Sandra L. Stabile

Estava eu a observar a natureza da varanda do meu apartamento que fica no 10º andar e de lá pude ver tão grande é o arquiteto que a criou.
Ao fundo um mar azul, com suas ondas brancas que se movimentavam em ritmo de dança, algumas ondas iam para o lado direito e outras para o lado esquerdo fazendo uma enorme espuma branca.
Olhando da varanda parecia que eu estava na altura do mar e pude observar que imensidão e que força ele tem e comecei a pensar.
-Se Deus quiser ele pode da ordem ao mar para engolir a terra e tudo desapareceria em poucos minutos e fiquei a imaginar como o arquiteto do mundo é poderoso e bondoso, esse arquiteto é realmente sábio, criou o céu, o mar e a terra.
No céu colocou luzeiros - A lua para iluminar a noite, o Sol para clarear o dia.
No Mar - colocou peixes e mariscos e fez dele caminho para que os povos pudessem ir de um lugar a outro através de barcos e navios.
Na terra – firmou o chão para podermos caminhar e construirmos casas para morar e plantar..

Continuei a correr meus olhos pela paisagem que tenho abaixo do prédio e vi ruas asfaltadas com enormes Edifícios misturados com casas que parecem tão pequeninas junto a eles, do outro lado da rua em frente uma área verde com arvores frutífera como: Abacateiro, jaqueira, bananeira, coqueiro e pensei, Deus é bom! Ele realmente é muito bom. Se amanhã eu não tiver dinheiro para comprar comida é simples vou la em baixo pego umas frutas e como e assim não passo fome ou então vou na praia pescar uns peixes .
De repente um barulho me chamou a atenção, era de uma máquina de perfurar chão e uma serradeira elétrica que estava serrando as arvores no terreno ao lado do prédio onde moro e aquilo me cortou o coração, as arvores estavam verdes e carregadas de manga ,eles estavam derrubando todas as árvores para construir outro condomínio .
Comecei a me colocar no lugar do arquiteto do mundo e pensei como ele esta triste com a humanidade ele constrói e o homem destrói.
Então me lembrei da reportagem que tinha assistido no dia anterior na TV sobre a Amazônia onde o repórter dizia que não é o estrangeiro o culpado pela desmatação da Amazônia, mas sim nós os Brasileiros que não cuidamos da nossa natureza e cortamos as arvores para vender.

Calcula-se que 18% da floresta amazônica esteja devastadas. Até 2050, se o atual ritmo persistir, metade da área original desaparecerá.O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que detecta a devastação em tempo real, informou que 72,4 mil hectares foram devastados em fevereiro, 12% a mais que em janeiro. Esse quadro tende a piorar com as pretensões do governo federal para a Amazônia: transformá-la numa área de expansão do agronegócio e de atuação de transnacionais para garantir o crescimento econômico, mesmo que às custas da destruição da floresta e do aprofundamento da concentração fundiária no Brasil. (Conforme matéria publicada na edição 266 do Brasil de Fato, a medida provisória 422 – que legaliza a grilagem de terras públicas na Amazônia – sacraliza uma outra série de práticas ilegais na região.)
E o que dizer do aquecimento global, desse aumento de temperatura? Das mudanças constantes do nosso clima?Quem é o culpado? Quem é o responsável pelas enchentes, pelos terremotos que matam milhares de pessoas inocentes?Certamente para tudo tem um culpado e como o arquiteto da terra não se defende com palavras é muito mais fácil acusar e perguntar: Onde estar Deus que deixa os inocentes pagar pelos pecadores? Essa resposta é fácil.
Os culpados são todos aqueles que, para seus próprios interesses querem tomar posse das terras que Deus deu ao homem sem cobrar nada, para vender as madeiras para fazer moveis (existem outros tipos de utensílios que podem ser usados na fabricação de moveis e assim não seria destruída tanta arvore na Amazônia) os que desmatam para construir cada vez mais condomínios de casas e Edifícios luxuosos para serem vendidos a preços exorbitantes que só os ricos podem comprar.
Enquanto isso o pobre não tem direito nem de morar no pedacinho de terra que o arquiteto do mundo construiu e nos deu de graça para morar plantar e colher.
E o mundo como estará daqui a alguns anos com o aquecimento global?Causado pelo desmatamento das areas urbanas , queimada de florestas e matas que colaboram para este processo e traz graves conseqüências como: Aumento da temperatura no mundo, derretimento das calotas polares que aumentarão o nível das águas dos oceanos, e futuramente, a submersão de cidades litorâneas;furacões,terremotos tudo causado pela poluição da camada atmosférica.
Que os homens acordem para preservar a natureza enquanto há tempo.
Uma vida sem direito à assistência médica 

Por: JOSÉ TAKEO ICHIHARA

A pouco menos de duas semanas para encerrar a primeira década do século XXI, constatou-se como a falta de providências, quanto à análise das tendências, comprometeu o futuro das pessoas. Os estudos técnicos mostram que teremos menos crianças e mais idosos, em pouco mais de vinte anos, num país que era essencialmente jovem. Mas como isso não ocorreu no curto prazo, claro, a omissão de medidas preventivas, no momento certo, só aumentará a carga de problemas para os próximos gestores e contribuintes.
Há algum tempo esses alertas já fazem parte de debates e declarações de especialistas no assunto. Como preparar ou adaptar a infraestrutura necessária para atender uma população que será muito diferente da atual? Escolas, hospitais, repartições públicas, transporte coletivo e locais públicos, fatalmente, sofrerão modificações ou seriam construídos sob novo conceito. Sem ser pessimista, mas primando pela racionalidade, descortina-se um quadro pouco animador para o futuro idoso – um sério candidato à exclusão compulsória da sociedade.
Mas o futuro intranquilo não atinge somente os velhos. Como nascem menos crianças, além da diminuição no índice de mortalidade, houve um desinteresse maciço dos médicos pela especialização em pediatria, o profissional que cuida dos recém-nascidos até a pré-adolescência. Daí que muito problema físico ou mental, que poderia ser detectado e curado nesta fase da vida, é transferido para o período onde a pessoa precisa estar apta para produzir. O resultado? A incerteza ao se colocar um trabalhador no mercado de trabalho!
Isso, entretanto, não deveria ser tão traumático se houvesse uma boa assistência na terceira idade, já que todos estão vivendo mais. Qual o quê! Novamente uma pesquisa – para que servem mesmo? – mostrou que falta geriatra, o médico especialista no tratamento do idoso, para atender um contingente que não para de crescer. E aí, como será o futuro?! Esta descoberta questiona outra que comprova o surgimento de uma geração “avós saúde”, a turma que não quer saber de bengala e tricô. Mas a questão é a média, não as exceções.
O mundo dos negócios, porém, é focado naquilo que pode dar um melhor retorno financeiro. Por isso o crescimento exorbitante da indústria de embelezamento (cosméticos, academias, clínicas estéticas e reparadoras etc.) em detrimento do que será mais útil a longo prazo (pediatria, combate a drogas etc.), que conta com o imenso apoio da mídia. Que isso seja o objetivo das empresas privadas, nada contra. Agora... o interesse maior da população não contar com a mínima atenção dos governantes... é a certeza do desamparo total.
Valorizar o especialista é acreditar que vale à pena a dedicação e o sacrifício individual do profissional. Da mesma forma, desvalorizar o generalista é abrir mão de experiência e conhecimento adquirido no exercício da profissão. Mas desprestigiar quem cuida de crianças e velhos é desprezar o verdadeiro valor de uma vida. Aquelas são o futuro de qualquer nação, enquanto estes são as provas vivas da capacidade de realização do ser humano. Um estudo mostrou que em alguns estados só existe um geriatra atuando. Os idosos merecem isso?
Uma reportagem, não me lembro bem a data, exibiu como era previsível a vida na Suíça, do nascimento até a velhice. Trazendo isso a valores presentes não deve ter ocorrido muita alteração. Eles são precisos, como os relógios que fabricam e encantam o mundo. Chegamos até a achar que viver assim seria muito chato, sem graça e emoção, inadequado ao nosso estilo. Mas agora descobrimos que a vida do brasileiro também é programada do nascimento à morte: com um desamparo total! Portanto... Te vira! Dá o teu jeito, ô Mané!

Como é fácil preconceituar!

Por: ALESSANDRA LELES ROCHA

Diariamente a sociedade mundial escancara na mídia os famigerados “cânceres” do mundo contemporâneo, os quais afetam diretamente, e raramente de modo indireto, o convívio e o bem estar da população. Violência, drogas, abuso de poder, corrupção, etc.etc.etc. são as bolas da vez; mas, uma questão em especial quero tratar nessa crônica: 

O PRECONCEITO

Segundo o dicionário da língua portuguesa, Caldas Aulete, sua definição é: 

“preconceito (pre.con.cei.to) sm.  

1 Opinião ou ideia preconcebida sobre algo ou alguém, sem conhecimento ou reflexão. 
2 Atitude genérica de discriminação ou rejeição de pessoas, grupos, ideias etc., com base no sexo, raça, nacionalidade, religião etc. (preconceito religioso/racial). • pré.con.cei.tu:o.so a.sm.”. Só de ler essas palavras, uma avalanche de fatos e episódios povoa nossa cabeça, não é mesmo? Como é fácil rotular, estereotipar, prejulgar, preconceituar o mundo ao redor!

De fato, somos na profundeza de nossos genes, criaturas únicas e, portanto, munidas de diferenças uns dos outros; mas, nada radical o bastante para nos impedir de conhecer e determinar o grau de convivência que pretendemos estabelecer uns com os outros. Conscientes (ou inconscientes por opção), a grande verdade é que feios ou bonitos, ricos ou pobres, hetero ou homossexuais, crianças ou idosos, solteiros ou casados, ninguém escapa de ir ao banheiro, de ter dor de barriga, de dente, de cabeça, de sofrer um acidente, de perder um ente querido, de perder dinheiro, de ser traído, de... de... de... Talvez seja essa “tábua rasa” do “achismo” de que “sou superior ao outro” que nos impossibilite de exercer a atitude primaz da coexistência; sobretudo, quando esse “achismo” vem carregado por uma consciência coletiva de determinado grupo de pessoas e não, do exercício individual da própria reflexão. Como dizer que não gosta de jiló sem ao menos ter provado um, considerando apenas os comentários de terceiros?
Já diz os ditos populares “quem vê cara não vê coração” e “o hábito não faz o monge”, ou seja, defeitos, virtudes, capacidades, limitações, caráter, altruísmo,... nada disso se mensura na passagem de olho breve, fugaz, superficial. Nosso amadurecimento, nossa evolução, nosso aprimoramento individual se dá no curso dos dias, dos longos dias que passamos sobre a Terra. É o estreitamento dos laços, os olhos nos olhos, a convivência, o despojamento das carapaças que nos vão aproximando ou distanciando uns dos outros. Vemos e enxergamos o mundo sob prismas muito distintos; mas, o fato de existirem divergências ideológicas, sociais, comportamentais, não significa que seja preciso o ódio, a intolerância, o desrespeito, a invasão de privacidade e limites, a violência, para dirimir a questão. Ao contrário; é o encantamento daquilo que não é semelhante, nem igual, que nos acrescenta, que nos retira do ostracismo em que nossa pseudo autossuficiência e arrogância gosta de nos exilar.
Por onde andará o Homo sapiens racional, inteligente, articulado, capaz de gerir a convivência humana? Calamos a boca, tampamos os ouvidos, fechamos os olhos, e vivemos à sombra de uma periferia fútil e tosca que nos empurra a julgar o universo sob a ótica limitada do nosso próprio umbigo, estabelecida por nossa “razão”. Para uns quem tem muito dinheiro só pode ser maravilhoso. Para outros quem detém algum tipo de poder é fantástico. Para alguns quem consegue viver driblando os preceitos de ética e moral merece ser reverenciado. ... Diante desse tipo de exemplos é que vamos nos dando conta, inclusive, da distorção com que as pessoas elegem os seus ídolos, os seus modelos de vida, para não muito tempo depois se frustrarem, se decepcionarem com a escolha.

Como sempre acontece na vida, ainda nos deparamos com situações em que a força da necessidade empurra “goela abaixo” o preconceito de muita gente por aí; afinal de contas, somos cidadãos, pagamos impostos, geramos riquezas e contribuímos para o desenvolvimento do país, e nesse contexto ninguém se atreve a manifestar preconceito, não é mesmo? Mas, infelizmente, o preconceito tem se consolidado cada dia mais atroz em todos os segmentos da sociedade e figurado nas mais diferentes formas: bullyng, homofobia, preconceito racial, preconceito religioso, preconceito quanto à classe social, preconceitos contra estrangeiros ou pessoas de outros estados da federação. Esse “câncer” social está se mestastando e muito pouco se fala, de forma clara e contundente, sobre o assunto; quanto às ações de transformação, elas ainda permanecem no ápice do discurso durante algum episódio de agressão ou morte, para depois se calarem no esquecimento.
A legislação para coibir e punir o preconceito existe; mas, não será a lei, a doutrina jurídica, a promotora definitiva da ruptura com esse paradigma social. Somos nós, cada um individualmente, que precisa rever seus pontos de vista, seus conceitos, suas análises, para construir a sua parte em favor de uma sociedade com menos entraves e barreiras. Trata-se de uma consciência cidadã a ser discutida e trabalhada no âmbito da família, da escola, da igreja, do trabalho; enfim, de todos os círculos sociais. Afinal, a pedra bruta também tem seu valor e podemos estar descartando diamantes de muitos quilates sem nos darmos conta, por puro preconceito.

Preserve o que é nosso!


Ajude-nos a combater a destruição do meio ambiente, seja responsável e cuide dele!

Campanhas de civilização para um ambiente melhor 

Felizmente, cada vez mais existem campanhas a promover a preservação do meio ambiente, mais leis e mais  empenho por parte de todos para tentar salvar o planeta. Há campanhas para e de tudo, desde poupar água, defender os animais e os seus habitats até ao grande concerto do dia 07/07/07: LIVE EARTH organizado pelo ex vice-precidente e ambientalista convicto Al Gore. Foram 24 horas de música que começaram em Sydney e prolongaram-se por Nova Iorque, Londres, Rio de Janeiro, Joanesburgo, Tóquio, Hamburgo e Shangai, ou seja nos 5 continentes.

Cuida e protege o ambiente, ele é a tua casa!

Problemas Ambientais

Os problemas ambientais são uma ameaça constante. vou dar-vos algumas informações: Por cerca de 4 bilhões de anos o balanço ecológico do planeta esteve protegido. Com o surgimento do homem, meros 100 mil anos, o processo degradativo do meio ambiente tem sido proporcional à sua evolução. 

Com a descoberta do petróleo em 1857 nos EUA, o homem saltou para uma nova era: o mundo industrializado, que trouxe como uma das principais e mais destrutivas consequências a poluição. Ou seja, além de destruirmos as reservas naturais sobrecarregamos o meio ambiente com poluentes. Os acontecimentos decorrentes da industrialização dividiram o povo em duas classes económicas: os que exploravam e os que eram explorados. A primeira classe acumulava economias e conhecimento, enquanto a segunda vivia no estado mais precário possível. A segunda classe pela falta de recursos, utilizava desordenadamente as reservas naturais, causando a degradação de áreas agricultáveis e de recursos hídricos e, com isso, aumentando a pobreza. O modelo económico actual está baseado na concentração–exclusão de renda. Ambos os modelos econômicos afectam gravemente o meio ambiente. A pobreza pelo facto de só sobreviver pelo uso predatório dos recursos naturais e os ricos pelos padrões de consumo insustentáveis (NEIVA, 2001).
As causas das agressões ao meio ambiente são de ordem política, económica e cultural. A sociedade ainda não absorveu a importância do meio ambiente para a sua sobrevivência. Os homens de raça branca sempre  consideraram os índios como povos “não civilizados”, porém esses “povos não civilizados” sabiam muito bem a importância da natureza para a sua vida e a sua sobrevivência. O homem “civilizado” tem usado os recursos naturais sem pensar nas consequências e dando preferência ao lucro em vez das questões ambientais. Todavia, essa ganância tem um custo alto, que já está a afectar-nos, nos problemas causados pela poluição do ar e da água e no número de doenças derivadas desses fatores.
A única forma para evitar ainda mais problemas no futuro, de ainda maiores degradações do meio ambiente, é através de legislações rígidas, prevenção e da consciência ecológica.
Embora estejam a acontecer várias campanhas, novas leis tenham sido sancionadas, acordos internacionais estejam em vigor, a realidade apontada pelas pesquisas mostra que os problemas ambientais ainda são enormes e estão longe de serem solucionados.
É preciso lembrar que o meio ambiente não se refere apenas as áreas de preservação e lugares paradisíacos, mas sim a tudo que nos cerca: água, ar, solo, flora, fauna, homem, etc. Cada um desses itens está a sofrer algum tipo de degradação por culpa da inconsciência do Homem e só ele poderá mudar as suas acções de modo a preservar o meio ambiente e salvá-lo!

Vamos Salvar o Planeta Terra


Ainda há tempo de salvar o Planeta Terra.
Necessitamos urgentemente, de mais cidadãos que digam:
“vamos tentar algo antes que seja tarde para salvarmos o planeta.”

Quando Deus fez o mundo, o fez completo com: rios, mares, fauna, flora, céu, terra, noite, 
dia, e disse “tudo é bom”.Sua criação Divina. Mas nós, destruímos, com, queimadas, 
desperdícios e mau uso dos elementos da Natureza. Cada ano que passa é mais 
preocupante a situação do nosso querido Planeta. É degradação da natureza pelos quatro 
cantos do planeta, o efeito estufa, desmatamentos, queimadas, matança e captura de animais silvestres, rios poluídos, exposição de lixos por toda parte. Infelizmente, nós seres humanos não estamos sabendo cuidar do planeta. Estamos contribuindo para que no futuro, não tenhamos mais nada para colher, nem para beber. Nós somos realmente mal educados, preguiçosos e conformados com toda esta situação degradável.

“Necessitamos urgentemente de companheiros pisando firme o chão da realidade”

A hora é esta vamos salvar nosso amado Planeta Terra.

Ozônio! – Que gás é esse que tanto falam?


O Ozônio é de composição molecular (O3), se forma quando as moléculas de oxigênio (O2), se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Sua coloração é azul pálida. Este gás é extremamente oxidante e reativo, sua ocorrência natural é feita na estratosfera, entre trinta e cinqüenta quilômetros de altitude.
No final do século XX foram constatadas formações e ampliações de buracos na camada de ozônio, principalmente sobre o Pólo Sul. Acredita-se que grande parte do aumento do buraco da camada de Ozônio ocorre devido ao uso desenfreado de produtos à base clorofluorcarbonos (CFCs) e hidrocarbonetos alifáticos halogenados, que liberam gases destruidores do Ozônio. E, graças á mistura do hidrogênio com o oxigênio e gotículas de água.

O buraco na camada de ozônio é um fenômeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre agosto e início de novembro (primavera no hemisfério sul).
Quando a temperatura se eleva na Antártica, em meados de novembro, a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozônio.
No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás.
Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozônio (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozonificação da alta atmosfera fechando assim o buraco.
A Organização Meteorológica Mundial (WMO) no seu relatório de 2006 prevê que a redução na emissão de CFCs, resultante do Protocolo de Montreal, resultará numa diminuição gradual do buraco de ozônio, com uma recuperação total por volta de 2065. No entanto, essa redução será mascarada por uma variabilidade anual devida à variabilidade da temperatura sobre a Antártica. Quando os sistemas meteorológicos de grande escala, que se formam na troposfera e sobem depois à estratosfera, são mais fracos, a estratosfera fica mais fria do que é habitual, o que causa um aumento do buraco na camada de ozônio. Quando eles são mais fracos (como em 2002), o buraco diminui.

Como se forma o Ozônio
O ar que nos rodeia contém aproximadamente 20% de Oxigênio. A molécula de oxigêno pode ser representada como O2, ou seja, dois átomos de Oxigênio quimicamente ligados. De forma simplista, é o Oxigênio molecular que respiramos e unido aos alimentos que nos dá energia. A molécula de ozônio é uma combinação molecular mais rara dos átomos de oxigênio, sendo representada como O3. Para sua criação é necessária uma certa quantidade de energia. Uma centelha elétrica, por exemplo.
Suponhamos que tenhamos um vazamento de alta tensão num determinado circuito elétrico hipotético (ou uma descarga atmosférica, outro exemplo). No momento da passagem do arco voltaico pelo ar temos uma liberação de energia. Logo:
O2 + energia -> O + O (O significado da flecha é: Transformado em)
Traduzindo: Uma molécula de Oxigênio energizada é transformada em dois átomos de Oxigênio livres.
Os átomos de Oxigênio livres na atmosfera são reativos quimicamente, logo deverão se combinar com moléculas próximas para se estabilizar.
Imaginemos que tenhamos adjacentes aos átomos livres de oxigênio moléculas de oxigênio e outras quaisquer. Chamemos as segundas deM (de molécula).
Logo teremos:
O + O2 + M -> O3 + M
Traduzindo: Um átomo livre de Oxigênio com uma molécula de Oxigênio e uma molécula qualquer são transformados em Ozônio e uma molécula qualquer.
Aquela molécula qualquer não é consumida pela reação, porém é necessária para que possa se realizar. Na verdade M é um catalisador, pode ser no caso da atmosfera da Terra o nitrogênio molecular (N2), onde M=N2, por exemplo.
Portanto, esta é uma das formas mais comuns de se produzir ozônio. Outras seriam fornos industriais, motores automotivos entre outros que produzem o gás. Na baixa atmosfera o ozônio é reativo e contribui para a poluição atmosférica industrial, sendo considerado um veneno.

O Fitoplâncton e a cadeia alimentar: As medições das populações desses organismos microscópicos sob o raio de ação do buraco da camada de ozônio demonstraram uma redução de 25% desde o começo do século XXI até o ano de 2003, nas águas marinhas antárticas. A morte destes microorganismos causa uma redução da capacidade dos oceanos em extrair o dióxido de carbono da atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Com a morte do fitoplâncton, o zooplâncton não sobrevive. Sem zooplâncton, o krill deixa de existir, diminuindo a população dos peixes dos oceanos e assim por diante. Logo, a ozonosfera é primordial para que haja vida no planeta Terra.


Fonte: Wikipédia
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